segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A arte é ocultar a arte

A arte é ocultar a arte.

Desde o século XIX a arte “moderna” não fez mais que “ocultar” a BELEZA, a SIMETRIA e a HARMONIA, especialmente nas artes plásticas e na poesia, como falei neste tópico do meu blog “A Gestação de Aquarius”:


sábado, 8 de agosto de 2015

A arte de saber descer até os mais pequenos...

A arte de saber descer até aos mais pequenos é o mais seguro meio para se igualar com os grandes.


Como disse o Mestre Jesus: “Sabeis como aqueles que são considerados governantes das nações fazem sentir a sua autoridade sobre elas, e como os grandes exercem o seu poder. Não deve ser assim entre vós. Quem quiser ser grande entre vós, faça-se vosso servo e quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se o servo de todos. Pois também o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por todos.” (Marcos, 10, 42-45) 


A aranha vive do que tece

A aranha vive do que tece.

Cada ser possui a sua própria forma de subsistência, e no reino animal boa parte das espécies vive a se alimentar de outras. A teia prende pequenos insetos, alimento da aranha. Por sua vez, as aranhas são devoradas por pássaros e cobras. Gilberto Gil citou este provérbio em sua música “Oriente”. Por sua vez, Raul Seixas, em “Rock das Aranhas”, fala desta “cadeia alimentar humana”: a cobra (pênis) quer comer aranha (vagina).



quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A amiga e o amigo mais aquentam que bom lenho

A amiga e o amigo mais aquentam que bom lenho.


É o calor humano nos pequenos e grandes momentos da vida. Principalmente quando existe uma “amizade colorida”.




quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A amar e a rezar ninguém se pode obrigar

A amar e a rezar ninguém se pode obrigar.

Estas duas manifestações da alma e do espírito é o que mais falta faz hoje no mundo: mais amor e mais espiritualidade. Ou seja, mais transcendência. Há tanta carência delas que as pessoas realmente deveriam ser OBRIGADAS a expressá-las. E vem a propósito o filme “Comer, Rezar, Amar”, com Julia Roberts. A seguir, um link para baixar o livro em PDF.



terça-feira, 4 de agosto de 2015

A alfaiate pobre, a agulha se lhe dobra

A alfaiate pobre, a agulha se lhe dobra.

      “Meu pai morreu em 1948 sem jamais deixar de crer na natureza criadora, sem jamais deixar de amar e de penetrar com o seu amor o mundo sofredor em que vivia, sem jamais perder a esperança de ver brilhar a luz para além das enormes montanhas. Ele pertencia à geração dos socialistas românticos, que tinham como ídolos Vítor Hugo, Romain Rolland, Jean Jaurès, usavam grandes chapéus e conservavam a pequena flor azul da sentimentalidade entre as pregas da bandeira vermelha. Na fronteira da mística pura e da ação social, o meu pai, preso à sua banca de alfaiate mais de catorze horas por dia - e nós vivíamos à beira da miséria – conciliava um ardente sindicalismo e uma busca de libertação interior. Nos gestos muito limitados e humildes do seu ofício introduzira um método de concentração e de purificação do espírito a respeito do qual deixou centenas de páginas. Enquanto fazia casas, ou passava a ferro as fazendas, tinha uma presença resplandecente. À quinta-feira e ao domingo, os meus colegas reuniam-se à volta da sua mesa, para o escutar e sentir aquela presença vigorosa, e a maior parte deles alteraram as suas vidas devido à sua influência.
      (...)
      Morreu nos meus braços, na noite de 31 de Dezembro e disse-me, antes de fechar os olhos:
      ‘É preciso não contar demasiadamente com Deus, mas talvez Deus conte connosco...’
      (Prefácio de Louis Pauwels em “O Despertar dos Mágicos”, dele e de Jacques Bergier.)


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A alegria é uma careta, a felicidade, um sorriso

A alegria é uma careta, a felicidade, um sorriso.


Como a felicidade é uma coisa rara neste mundo, toca a fazer CARETAS!!!...



domingo, 2 de agosto de 2015

A Alegria é a saúde da alma

A alegria é a saúde da alma

Um certo jornalista norte-americano, após consultar um médico, ficou sabendo que tinha uma doença incurável e que dispunha de pouco tempo de vida. Superado o choque inicial e conformando-se com o terrível diagnóstico, ao perceber que a morte era inevitável, decidiu então que iria “morrer de rir”. Passou a assistir a todos os filmes de comédia que encontrasse. As semanas foram passando e ele começou a notar que, ao invés de piorar, estava se sentindo melhor. E continuou a rir e gargalhar. Até que resolveu voltar ao médico e refazer os exames. Constatou-se que não tinha mais doença alguma: ela desaparecera. A conclusão óbvia é que o estado emocional de alegria havia atuado fisicamente, curando a sua disfunção patológica. Feliz e impressionado com o fato, chegou a escrever um livro, narrando o seu caso. Infelizmente não sei o seu nome e nem o título do livro. E uma pesquisa no Google, com palavras-chave tão generalizadas, não nos revela nada. Portanto, o provérbio acima é corretíssimo!...